2018 - EQUUS THROWBACK
O Chevrolet Corvette tradicionalmente sempre foi uma das bases favoritas para muitos pequenos fabricantes criarem seus próprios esportivos de edição limitada. Seu custo relativamente acessível unido à simplicidade de seu esquema técnico, que conta com inúmeras opções no mercado de reposição, permite às pequenas marcas contarem com a base perfeita para seus modelos.
Este é um desses casos, já que debaixo da nova carroceria de fibra de carbono do Equus Throwback existe um Chevrolet Corvette de sétima geração, mas devido aos poucos detalhes proporcionados pela marca, não se sabe sobre qual versão foi construído.
A marca não revelou as especificações completas, mas provavelmente conta pelo menos com o motor V8 LT4 sobrealimentado de 6.2 litros do Z06, pois das duas versões de potência disponíveis para o Throwback, a mais potente entrega 1.013 cv, o que não parece possível com o bloco LT1 aspirado do Corvette Stingray. A versão mais alta pode ser solicitada na forma de pack e os números de rendimento da versão base não foram reveladas por enquanto.
A Equus Automotive fabricará somente 25 unidades do Throwback sob pedido, a um preço mínimo de 130.000 dólares, o que não parece caro se temos em conta que o Corvette ZR1 2019 mais barato custa 119.995 dólares e o mais caro pouco mais de 125.000.
O interior é claramente uma leve atualização do habitáculo que pode ser encontrado no Corvette C7, salvo pela inclusão de novos acabamentos e materiais. No entanto, a carroceria é completamente nova, e para o seu desenho foram tomados certos traços de antigas gerações do modelo, como o C3, o C2 e o C1. Salvo alguns elementos, como os pilares, o perfil é completamente novo e aparece salpicado completamente por estes detalhes do tipo retro, que em alguns ficam bastante forçados dentro do conjunto, como o desenho das laterais, extraídos da primeira geração do modelo e a tentativa de dividir o vidro vigia traseiro como no Corvette 63 ‘Split Window’.
Ainda assim, o aspecto geral é bastante bom, sobretudo em sua visão traseira, onde surgem grandes saídas de escape centrais, no mesmo lugar onde aparece no C7 do qual deriva.