Pular para o conteúdo

ASPARK OWL ROADSTER: O VEÍCULO ELÉTRICO MAIS RÁPIDO DO MUNDO, AGORA COM MENOS TETO

O fabricante japonês Aspark apresentou oficialmente o Owl Roadster - a versão conversível do seu emblemático hipercarro elétrico, transformando a sensação de ‘força bruta’ em ‘liberdade ao vento’. A novidade combina o desempenho absurdo de um hyper-EV com a visceralidade de dirigir ao ar livre.

A essência do Owl: potência elétrica e ambição sem limites

Desde seu lançamento, o modelo original do Owl já impressionava: quatro motores elétricos - um por roda - entregando um total de cerca de 1.953 cv (1.456 kW) e um torque monstruoso de 1.920 Nm. A carroceria é feita inteiramente em fibra de carbono, sobre um monocoque de estrutura de colmeia inspirado em engenharia aeronáutica - leve, rígido e pensado para extrair o máximo desempenho possível.

As especificações de performance, em tese, são assustadoras: aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 1.8 segundos e velocidade máxima declarada perto de 413 km/h, embora limitada para cerca de 350 km/h por questões de segurança e durabilidade.

O conjunto suspensivo usa duplo braço oscilante nas quatro rodas, com controle hidráulico e ajuste de altura entre 80 e 160 mm - um toque de engenharia pensado para equilibrar performance bruta com usabilidade real.

Freios cerâmicos de carbono, distribuição de torque com vetorização e chassi de carbono monobloco garantem que o Owl mantenha compostura mesmo sob demanda extrema - um feito técnico para um EV com pretensões tão agressivas.

O Roadster: vento no rosto e emoção pura

A versão Roadster mantém toda a brutalidade do drivetrain e da estrutura do Owl original - mas adiciona algo que muitos hipercarros perdem: o prazer sensorial de dirigir com o céu aberto. 

O teto é removível: um hardtop de carbono ou - conforme preferência - soft-top estilo ‘umbrella’ de emergência. A carroceria continua em CFRP (plástico reforçado com fibra de carbono), para preservar leveza e rigidez mesmo sem o teto fixo.

Por dentro, espera-se acabamento premium - Alcântara, couro, carbono exposto - e um cockpit focado na experiência pura: não há conforto de limusine, mas há a honestidade de quem quer apenas sentir a potência, a aceleração e o vento.

O Roadster é, portanto, a síntese de duas aspirações: a eletricidade futurista e silenciosa de um hypercar, com a alma clássica dos roadsters - aquele traço de ‘liberdade’ que só quem dirige com o céu acima da cabeça conhece.

Significado para o automobilismo moderno

O Aspark Owl Roadster representa algo que poucos ousaram fazer: levar a alta performance elétrica - velocidade, torque, aceleração - para o território da emoção sensorial, da simplicidade entre homem, máquina e vento. Em um mundo cada vez mais dominado por SUV-coupés elétricos e crossovers utilitários, ver um hypercar elétrico com teto removível voltar ao palco é quase um ato de resistência à homogeneização dos automóveis.

Para entusiastas como nós, ele surge como um símbolo de esperança: a de que, mesmo na era elétrica, ainda existam máquinas que priorizam a experiência de dirigir acima de tudo - um convite para a nostalgia, para a adrenalina, para o prazer da curva e da reta.

A versão Roadster do Owl teve sua estreia pública em outubro de 2025, durante o Salão de Lyon - e, como era de se esperar para algo tão exclusivo, sua produção será extremamente limitada: somente 20 unidades serão construídas.

É como se a Aspark dissesse: “Aqui está a liberdade elétrica - mas apenas para alguns poucos sortudos”.

Acervo de imagens

ASPARK OWL ROADSTER 6 fotos

Ir para página do carro