CITROËN COM VENDAS MUNDIAIS EM ALTA DE 7%
Nos primeiros seis meses do ano, o mercado automobilístico mundial registrou um crescimento de 4%. Uma evolução suportada em grande parte por duas regiões: Europa e China. Neste contexto, a Citroën comercializou 624.000 veículos em todo o mundo, um aumento de 7% em comparação com o 1º semestre de 2013. Um desempenho suportado em grande parte pela China e pela Europa, mercados-chave para a Citroën, já que em conjunto representam 85% das suas vendas em todo o mundo.
Resultados 1º semestre de 2014
POR ZONAS GEOGRÁFICAS
- Europa (30 países): Privilegiando os canais de distribuição mais rentáveis, a marca teve um crescimento na ordem de 10%. Uma performance que a marca não registrava há uma década neste continente e que lhe permitiu ganhar 0,2 pontos de participação de mercado, atingindo os 4,8%.
- Na França, o mercado cresceu 3% e a Citroën viu as suas vendas crescerem 8%, garantindo-lhe um ganho de 0,6 pontos em participação de mercado, para 12,2%.
- No Reino Unido, o mercado cresceu 11% e a marca registrou uma alta de 15%, ganhando assim 0,1 pontos em participação, ficando em 3,1%.
- Na Espanha, a marca evolui 28%, bem mais que o mercado, que cresceu 20%, garantindo com isso uma participação de mercado de 7,3%.
- Na Itália, a Citroën viu as suas vendas aumentarem 1% em um mercado que evoluiu 4%, garantindo assim uma taxa de participação de 4,1%.
- Na Alemanha, mercado que evoluiu 3%, a Citroën registrou um crescimento de suas vendas em 7,5%, permitindo-lhe aumentar 0,1 pontos em participação de mercado, subindo para 1,7%.
- Em Portugal, a Citroën viu as suas vendas evoluírem 47%, em um mercado que cresceu 40%, o que garantiu uma participação de mercado de 6,5%
Fora da Europa, a marca realizou 38% dos seus volumes mundiais, com situações diversas de zona para zona:
- Na zona China & Sudeste Asiático, o mercado teve um crescimento global de 10%, suportado pela China. A Citroën alcançou um novo recorde neste país, com mais de 160.000 entregas registradas desde o início do ano, representando um crescimento de 16% em um mercado que evoluiu 13%. Aquele que é o primeiro mercado automobilístico mundial confirma assim, ser também o primeiro mercado para a Citroën. Sozinho, esse mercado representa dois terços das vendas da marca fora da Europa (ou ainda 25% de suas vendas mundiais). Esse desempenho resulta de uma dinâmica de produto coroada de sucesso:
- O Citroën C-Elysée, comercializado desde o final de Setembro de 2013, já é o novo “best-seller”, com mais de 62.000 entregas desde o seu lançamento, sendo que 46.000 são do corrente ano.
- O C4 L, lançado em Janeiro de 2013, teve 92.000 entregas, das quais 35.000 foram registradas no 1º semestre de 2014, numa evolução de 75%
Uma dinâmica que também se mostra através da rede Dongfeng Citroën, em contínua expansão, com 442 concessões no final de Junho e um objetivo de 470 revendas até ao final de 2014. Uma rede também reconhecida pela qualidade de seu serviço comercial, sendo que a Dongfeng Citroën obteve o primeiro lugar do estudo JD Power 2014, para a compra de veículos novos do ponto de vista do cliente.
Na zona da América Latina, a CITROËN conseguiu consolidar as suas posições, apesar de um mercado sob tensão.
- No Brasil, em um mercado em baixa de 7%, a Citroën manteve a sua participação de mercado nos 1,8%, graças ao C4 Lounge, modelo que, após alguns meses do seu lançamento (Setembro de 2013) já integra o top 6 dos sedans do segmento médio mais vendidos do país.
- Na Argentina, mercado de contexto difícil, prejudicado por uma forte política fiscal e uma enorme pressão sobre os preços, a Citroën viu as suas vendas caírem na mesma proporção do mercado (-24%). A marca mantém assim, a sua taxa de participação nos 4,5%.
Na zona Eurásia, suportada em grande parte pela Rússia, o mercado viu-se afetado pela crise.
- Na Rússia, a crise, a degradação do rublo e o aumento dos preços tiveram um impacto negativo no mercado automobilístico, que caiu 8%. Neste contexto, a Citroën optou por privilegiar a sua rentabilidade e perdeu 0,1 pontos de participação de mercado, agora de 0,8%.
- Na Ucrânia, país onde a Citroën dispõe de uma filial desde 2010, a crise teve um forte impacto no mercado automobilístico, que registrou um importante declínio (-43%). Aqui a Citroën viu as suas vendas caírem 54%.
Na zona do Médio Oriente & África, o contexto também é difícil, com um mercado em retração e taxas de câmbio desfavoráveis à marca que optou por favorecer a preservação das suas margens de lucro.
- Na Turquia, o mercado caiu 26% e a Citroën perdeu um ponto de participação, para 2,8%.
- Na Argélia o cenário é idêntico, com um mercado em baixa em 28%. A marca ali viu a sua participação descer 0,8 pontos, para 3%.
POR PRODUTOS:
- Novo C4 Picasso: lançado em Junho do ano passado na versão de 5 e 7 lugares, o modelo totalizou mais de 127.000 unidades vendidas, das quais 69.000 desde o início do presente ano. Ocupando a liderança entre os monovolumes compactos no final de maio na Europa, o poder de atração deste verdadeiro ‘Technospace’ é ilustrado através do seu mix de vendas (2/3 das encomendas ficam nas duas versões mais equipadas).
- Novo C3: depois de em 2013 ter visto a sua produção comprometida, o modelo foi alvo de um restyling no ano passado, retoma a sua posição como best-seller da linha Citroën em todo o mundo, registrando mais de 106.000 entregas neste 1º semestre, uma evolução de cerca de 30%.
- C-Elysée: este sedan especialmente concebido para responder às expectativas dos mercados de grande crescimento, registrou mais de 120.000 unidades vendidas desde o seu lançamento no final de 2012 na Turquia, a sua grande maioria na China, onde está sendo vendido desde Setembro de 2013. Assim, as suas vendas mundiais mais que duplicaram comparativamente às do 1º semestre do ano passado.
- Linha VCL: Linha de elevado desempenho e perfeitamente complementar, a linha de veículos comerciais da Citroën, que se estende do Nemo ao Jumper, responde plenamente às necessidades dos profissionais. Na Europa as vendas evoluíram 13%, em um mercado que cresceu 10%, permitiu à marca reforçar a sua participação em 0,3 pontos, ficando em 10,6%, permitindo assim ao Grupo PSA Peugeot Citroën reforçar a sua posição de liderança neste mercado.
Perspectivas para o 2º semestre de 2014
No 2º semestre, os objetivos da marca passam por dar continuidade à sua ofensiva em termos de volumes e de lucro, especificamente com:
- o Citroën C4 Cactus e o Novo Citroën C1, dois modelos que ilustram a renovação da Citroën com mais design, mais conforto, mais tecnologias úteis, sempre a custos controlados. Lançados em junho último, as suas encomendas já ultrapassam os objetivos definidos (7.000 unidades do C4 Cactus e 4.500 do Novo C1). São resultados que dão um excelente ânimo para os próximos lançamentos destes novos modelos em mais países.
- o Novo Citroën Jumper, reforçado com equipamentos inovadores e mais do que nunca ao serviço dos profissionais.
- o lançamento de um novo SUV na China, antecipado pelo concept CITROËN C-XR, revelado no Salão de Pequim, em abril.
- as vantagens tecnológicas da marca com motores eficientes de última geração. Depois do lançamento do PureTech 130 Stop & Start no Citroën C4, a família PureTech irá crescer com a versão 110 cv Stop & Start no C4 Cactus, que também será beneficiado com o novo motor BlueHDi 100.
- uma maior experiência com o cliente, através do ‘CITROËN & YOU’, um dispositivo inovador em matéria de serviços, que será lançado na rede da marca a partir de Setembro, com o objetivo de garantir ainda mais a transparência e a serenidade junto aos clientes.