DS TRABALHA FORTE PARA GANHAR SEU ESPAÇO NO MERCADO PREMIUM
A DS já está no mercado há seis anos, mas só no ano passado passou a ser uma marca própria. A marca francesa, que aspira ser a alternativa Premium do Grupo PSA, planeja lançar sete modelos nos próximos cinco anos.
O DS 3, cuja próxima geração está prevista para 2018, será o único modelo a ter continuidade. Já em 2017, surgirá a primeira novidade, o DS X, um SUV compacto, que partilhará componentes com o Peugeot 3008. Um ano depois, está previsto o DS W, um irmão do Peugeot 2008 e do Citroën AirCross. Entre o final de 2019 e o início de 2020, surgirá o DS Y, um irmão do Peugeot 5008 e do Opel Grandland X, com base na plataforma modular EMP2.
Aparentemente, essa ofensiva de SUVs tem particularmente o mercado americano como principal alvo. O responsável de marketing da marca, Arnaud Ribault, informa que esses modelos não terão tração integral mecânica, oferecendo, em vez disso, um módulo elétrico que lhe confere a tração integral. A nova suspensão Aircomfort, as motorizações híbridas plug-in E-Power e os avanços na ergonomia, conectividade e digitalização, serão características comuns a todos os modelos da nova onda DS.
Igualmente importante para a globalização do nome DS será o DS 7, um sedan que se posicionará no topo da linha, que será fabricado na França a partir do início de 2018. Esse modelo, que pretende recuperar o DS original, descontinuado em 1975, pretende concorrer diretamente, principalmente, com os sedans Premium da Alemanha. Por outro lado, o DS 4 e o DS 5 serão substituídos por um único modelo em 2019.
Entretanto, a grande surpresa poderá ser a materialização do projeto DS 1, na forma de um urbano elétrico, previsto para 2020. Esse modelo será um concorrente direto da linha Smart.