FARADAY FUTURE JÁ CONTA COM PROCESSOS DE PRODUÇÃO EM SUA FÁBRICA
A Faraday Future divulgou algumas imagens revelando o desenvolvimento do seu primeiro modelo elétrico, o FF 91. As imagens, que são apreciadas pela primeira vez, mostram uma estrutura monocasco montada com as ferramentas e os procedimentos que serão utilizados posteriormente na linha de produção do modelo.
Os veículos de série, segundo o comunicado da marca, deverão sair da fábrica em dezembro deste ano. Este era precisamente o objetivo, montar unidades de produção destinadas a clientes antes que terminasse o ano, e pelo que parece, a Faraday Future está no caminho de consegui-lo.
Esta é a primeira vez desde que a empresa foi anunciada há alguns anos, que a FF parece com um verdadeiro projeto sério. Inclusive em seus últimos e breves anúncios, que somente tratavam de mostrar os progressos da remodelação de sua nova fábrica em Hanford, na Califórnia, a empresa parecia estar mais preocupada em levantar expectativa do que mostrar verdadeiros avanços.
Estas novas imagens, tomadas precisamente na fábrica, demonstram o que já se suspeitava, a remodelação da fábrica estava muito mais avançada do que sugeriam as imagens dos anúncios anteriores, que pareciam bastante atrasados em relação aos planos anunciados pela marca, já que mostravam somente as primeiras etapas das obras.
Por enquanto não há muitos dados sobre estas imagens, mas elas falam por si só. É evidente que as fotografias foram tiradas nas novas instalações, que não podem ser outras que as de Hanford, onde se aprecia como as obras de remodelação não só acabaram como também mostram as instalações terminadas e completas com os equipamentos.
Isso serve também como um sinal de que não só o recente financiamento da empresa reativou o projeto, como estabeleceu renovadas relações com seus fornecedores. Pois tanto os materiais como a abundante maquinaria que sugerem estas novas imagens, são de recente aquisição.
Foi a pouco mais de seis meses que o fundador da empresa, Yia Jueting, confirmava que finalmente haviam conseguido encontrar um investidor, cuja identidade foi revelada a pouco mais de um mês. Trata-se da Evergrande Health Industry Group Limited, uma empresa com sede em Hong Kong que ficou com a maior fatia de ações da empresa (45%), embora o seu controle continue sendo dos acionistas anteriores, com 33% ficando nas mãos dos antigos sócios e os 22% restantes para os empregados.