MAZDA TERÁ UM CX-5 DE SETE LUGARES PARA BRIGAR COM O VOLKSWAGEN TIGUAN ALLSPACE
A febre dos SUVs parece não ter limites entre os clientes e diferentes mercados, já que as marcas não param de lançar modelos com essa configuração. Desde que chegaram ao mercado, cada vez vão ganhando mais adeptos, até o ponto de que muitas são as marcas que vivem quase que exclusivamente de vender esse tipo de veículos. A Mazda é uma dessas marcas, pois desde que lançou os CX-3, CX-5 e CX-9 (só nos Estados Unidos e alguns mercados), 50% de seu mix de vendas é formado por esses modelos.
Nos Estados Unidos e no Canadá os SUVs estão na crista da onda e apesar de ambos os mercados já contarem com o Mazda CX-9, os japoneses decidiram lançar uma nova versão do CX-5. O SUV médio da marca somente está disponível com um habitáculo para cinco pessoas, mas agora que o novo Volkswagen Tiguan AllSpace com espaço para até sete lugares chegará aos Estados Unidos, a Mazda não quer perder terreno em relação aos alemães.
De acordo com informações internas da empresa japonesa, a Mazda está trabalhando para lançar no mercado uma versão alongada do novo CX-5 com espaço para sete passageiros. A ideia da marca é brigar diretamente com o mencionado Volkswagen e com o Nissan X-Trail, já que são os que mais vendas estão conseguindo no segmento. Com o crescimento em tamanho, essa versão se colocará justamente abaixo do CX-9 e cobrirá um maior espectro do mercado SUV.
Essa versão estirada do CX-5 deverá contar com os mesmos 2.70 metros de distância entre-eixos do modelo normal, mas para melhorar sua habitabilidade se alongará o espaço traseiro. Portanto, a marca não mexerá em excesso na sua excelente plataforma SkyActiv. Sua linha mecânica deverá incorporar os já conhecidos motores de 2.0 litros e 2.5 litros SkyActiv-G (gasolina), assim como o 2.2 litros SkyActiv-D (diesel) que é oferecido na versão normal.
Por enquanto não se sabe nada sobre quando estará disponível no mercado e quais serão seus preços. No entanto, é provável que inicie as entregas em um primeiro momento no Japão e nos Estados Unidos e depois chegue aos outros mercados.