MERCEDES-BENZ ATEGO COM TRANSMISSÃO ALLISON É APROVADO POR FROTISTAS NA COLETA DE RESÍDUOS DE RECIFE
Além de custos de manutenção mais baixos, economia de combustível melhorada, maior conforto e segurança, uma das empresas experimentou uma produtividade entre de 20 a 25% superior
Quase um ano após ser apresentado ao mercado brasileiro o Mercedes-Benz Atego 1729, que recebeu uma transmissão totalmente automática Allison da Série 3000, comprovou seus muitos benefícios para o mercado de coleta de lixo - incluindo um significativo aumento da produtividade.
Em função da sua eficácia, duas grandes empresas já se utilizam do Atego 1729 automático para o saneamento urbano de Recife: a Elus Engenharia Limpeza Urbana e Sinalização, do Grupo Andrade Guedes, e a Vital Engenharia Ambiental, do Grupo Queiroz Galvão.
“Nossa frota inteira é composta por caminhões Mercedes-Benz, portanto a escolha do Atego totalmente automático foi uma decisão natural”, disse Charles Pereira Bezerra, supervisor de manutenção da Elus Engenharia. “Um dos motivos que nos levou a comprar os 12 veículos automáticos que foram incorporados na nossa frota foi melhorar nosso custo. Outro fator que pesou nessa definição foi a praticidade de utilização, o conforto e a segurança para os motoristas”.
As transmissões totalmente automáticas Allison estão se transformando na alternativa preferida das empresas de limpeza urbana em todo o mundo porque tornam suas frotas muito mais produtivas. Diante das do trabalho exigente, as automáticas Allison mostram-se sempre mais eficientes. A maior aceleração proporcionada permite que os caminhões coletem mais resíduos no mesmo período de tempo, melhorando a eficiência da frota.
Para Bezerra, os caminhões com as automáticas Allison se destacam em relação aos modelos manuais pela maior produtividade, que aumentou em torno de 20% a 25%. Também houve significativa diminuição das quebras e do tempo parado para reparos, o que é frequente nos caminhões que usam sistema de embreagem.
Caminhões de lixo exigem durabilidade não só para transportar cargas pesadas, mas também para resistir ao árduo ciclo do anda e para do trabalho sem quebrar, rotina que tem grande impacto no desgaste das transmissões. E as Allison automáticas são projetadas para aplicações extremamente severas. Em lugar dos sistemas convencionais de embreagem que muitos veículos costumam usar, as transmissões Allison usam a tecnologia de conversor de torque, que tem confiabilidade incomparável, proporcionam maior tempo de rodagem e menores custos de reparo.
Para a Vital Engenharia Ambiental, que tem uma frota de 60 compactadores de lixo e opera há aproximadamente um ano com dois caminhões automáticos: “Quanto às despesas de manutenção, por enquanto, só precisamos fazer as revisões de rotina dos veículos”, diz.
Laurence Felipe Correa Crepalde, engenheiro mecânico da empresa: “Além disso, quando comparado aos caminhões com câmbio manual constatamos que eles são mais confortáveis e mais seguros - já que a atenção do motorista fica totalmente voltada para o trânsito”. Ainda de acordo com a empresa, seus caminhões rodam em média cinco mil quilômetros/mês transportando muito peso.
Já os caminhões da Elus, segundo Bezerra, levam entre 16 t e 18 t na versão trucada (6x2) com dois eixos traseiros (um de tração) e entre 11 t e 12 t na versão "toco" com somente um eixo traseiro (4x2).
O consumo de combustível também melhorou e foi uma grata surpresa para Bezerra. “Em regime severo de utilização, os automáticos estão fazendo em torno de 2,0 a 2,3 km/l, enquanto os manuais, no mesmo circuito, consomem aproximadamente 1,9 km/l. Ganhamos em economia, tecnologia, conforto e produtividade. Portanto, diante do bom desempenho dos automáticos, tudo indica que os planos da diretoria apontem para uma renovação gradual dos 75 caminhões da nossa frota pelos modelos automáticos”, conclui Bezerra.