NOVA GERAÇÃO DO LADA NIVA CHEGARÁ NO SEGUNDO SEMESTRE DE 2018
Depois de permanecer praticamente inalterado durante os últimos 40 anos, finalmente veremos uma nova geração do Lada Niva. A Lada se encontra em plena fase de renascimento e já lançou os novos Vesta e X-Ray, e agora, conforme as declarações de Nicolas Maure, CEO da AvtoVaz, realizadas à revista francesa Capital, podemos confirmar que o fabricante russo já está trabalhando em um substituto para o seu veículo mais reconhecido a nível mundial.
E não é para menos, pois é um carro que conseguiu uma grande reputação ao longo dos anos graças a suas surpreendentes capacidades todo-terreno. Também é considerado o antecessor dos atuais SUVs, já que foi o primeiro modelo 4x4 lançado no mercado que equipava uma suspensão dianteira independente com molas helicoidais e uma carroceria autoportante. Segundo informações anteriores, o novo Lada Niva poderá chegar ao mercado russo em 2018 apesar de que, em princípio, estava programado para ser apresentado no passado ano de 2016. Nicolas Maure não chegou a confirmar a data de lançamento.
Essas informações anunciavam também que o novo Lada Niva chegará em versões de três e cinco portas, ambas dotadas de um grande porta-malas. Os rumores iniciais indicam que o todo-terreno russo contará com um novo motor que substituirá o bloco de 1.7 litros a gasolina de 83 cv que utiliza atualmente. Este poderá ser acoplado a uma transmissão manual e a um sistema de tração total permanente, embora não se descarte a oferta da tração simples para melhorar as emissões poluentes.
Há alguns meses também surgiu um rumor de que o novo Niva contará com um motor diesel de origem Renault e que estará baseado sobre a plataforma do Dacia Duster, embora esta informação por enquanto segue sem ser confirmada. Outros meios indicam que não será assim, e que o futuro Niva nada terá a ver com o Duster. Fontes russas também informam que quando o novo Niva 4x4 chegar ao mercado no segundo semestre de 2018, poderá ser oferecido junto com a geração atual do SUV, sem chegar a substituí-la, pelo menos inicialmente. Uma prática habitual entre os fabricantes, que buscam aproveitar todos os componentes já fabricados para poder montar a maior quantidade de unidades possíveis.