VAZA IMAGEM DO NOVO RENAULT MÉGANE E-TECH ELÉTRICO
O novo Renault Mégane e-Tech Electric será aquele que todos nós conheceremos como o próximo Renault Mégane elétrico. Preparado para estrear no Salão de Munich 2021 e chegar ao mercado no início de 2022, parece que os franceses tiveram o seu visual vazado pouco antes de sua apresentação.
Trata-se do primeiro passo da Renault nos veículos elétricos para o segmento C, melhorando uma linha completa de produtos totalmente elétricos entre os quais encontramos o Twingo E-Tech Electric e o bestseller do segmento B, o Zoe. Como se pode ver, o novo Mégane herdará os traços da última fornada de produtos da empresa.
Baseado na plataforma CMF-EV, o novo Mégane E-Tech Electric conta com um motor elétrico de 160 kW (217 cv) e um pacote de baterias de 60 kWh que permitirá a seus usuários cobrir distâncias de até 450 km, no ciclo WLTP. O novo Mégane elétrico será fabricado na planta francesa de Doua.
O mais provável é que o novo modelo seja vendido junto com o Mégane atual, que está disponível com motores tradicionais a gasolina, diesel e híbridos. Os dois deverão coexistir durante pelo menos alguns anos até que a Renault dê o passo completo aos automóveis completamente elétricos.
A enxurrada de modelos elétricos que a empresa está preparando contará com a nova tecnologia de baterias e motores elétricos que o Grupo Renault está desenvolvendo. De acordo com a empresa, reduzirá os custos dos veículos elétricos pequenos. A Renault afirma que essa tecnologia na plataforma CMF-BEV lhe permitirá reduzir o custo em cerca de 33% em comparação com o Renault Zoe.
Com base nisso, entendemos que poderemos ver em 2025 algum modelo com design retro e tecnologia 100% elétrica por algo como 20.000 euros. O Grupo Renault também confirmou que trabalhará com a empresa francesa Verkor para desenvolver uma nova bateria de alto rendimento para modelos maiores e que esta será construída em uma nova fábrica.
As baterias utilizadas nos veículos Renault contarão com a química de níquel, manganês e cobalto (NMW), tecnologia que, segundo afirma a empresa, oferece o custo por kWh que poderá reduzir-se até os 67 euros. Estas baterias chegarão antes daquelas que a marca prepara para o futuro e que serão as baterias de estado sólido.